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Conexão ABIMIP Nº 11 - 12/06/2018

CMED discute consulta pública no Sindusfarma

A consulta pública sobre os novos critérios do estabelecimento ou ajuste de preços dos MIPs é o tema do encontro que acontece hoje, promovido em parceria entre a ABIMIP e o Sindusfarma. Na ocasião, o secretário executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), Leandro Safatle, irá debater o tema com representantes do setor na sede do Sindusfarma.

Para desmitificar uma possível onda de aumentos nos preços dos produtos com a liberação, a ABIMIP preparou estudos econômicos com o histórico da variação de preços ao longo dos anos e seu impacto na vida do consumidor. Esse levantamento revela uma movimentação em linha ou até abaixo da inflação, comprovando a segurança da liberação e seus benefícios ao mercado. 

As participações na consulta pública podem ser feitas até o dia 21 de junho, por meio de um formulário eletrônico que está disponível pela internet. A iniciativa da CMED pretende reunir várias normas que disciplinam o monitoramento e a liberação dos preços dos MIPs, e ainda contemplar avanços na regulação que a tornem mais dinâmica e mais de acordo com o mercado farmacêutico. 

Pesquisa comprova: conteúdo relevante conquista consumidores

O consumidor espera uma comunicação clara e de relevância sobre os benefícios oferecidos pelas marcas. Essa é a principal conclusão do estudo Meaningful Brands 2017, que relaciona o desempenho das marcas à qualidade de vida e bem-estar dos consumidores, divulgado pelo Havas Group recentemente. Os temas relacionados à saúde e ao bem-estar são uma tendência forte em todas as áreas. 

Segundo o estudo, 75% dos consumidores esperam que as marcas contribuam com o bem-estar e a qualidade de vida – mas, somente 40% das marcas estão conseguindo esse objetivo. Ainda de acordo com a pesquisa, 60% dos entrevistados consideram o conteúdo produzido pelas marcas irrelevante. Esses dados corroboram a posição da ABIMIP em manter e apoiar o trabalho de defesa das marcas no segmento dos MIPs e, por isso, incentiva a utilização de marketing de conteúdo para auxiliar a educação da população em relação ao consumo dos medicamentos isentos de prescrição. 

Entre os brasileiros o levantamento revela que, 86% consideram que as marcas devem ter um papel atuante na qualidade de vida e bem-estar e 85% acreditam que as empresas e marcas devem se envolver na resolução de problemas sociais e ambientais. Além disso, no Brasil, 79% preferem comprar produtos de empresas com um real propósito social do que somente de lucro; 75% confiam em empresas e marcas que são social e ambientalmente ativas. A pesquisa foi feita com 300 mil pessoas, de 33 países, incluindo o Brasil.

Autocuidado: Saber e Interiorizar

Os pilares do autocuidado oferecem diretrizes acessíveis e práticas. Mais do que um diagrama, são condutas que solidificam uma rotina saudável e desenvolvem a autonomia necessária para mantê-la.

A base desta mudança é a informação. Conhecimentos sólidos sobre saúde permitem que um indivíduo entenda os dados, encontre e use fontes de informações confiáveis e identifique aquelas que são enganosas, para evitar que a desinformação se propague. As pessoas serão capazes de desenvolver seu potencial de saúde se controlarem os fatores que a determinam e conheçam seu próprio bem-estar. Pouco conhecimento sobre saúde resulta em escolhas menos saudáveis, comportamento mais arriscado, menos autogerenciamento e um quadro geral de saúde mais fraco.

O mesmo se aplica para outro pilar do autocuidado: a autoconsciência, isto é, como usamos o conhecimento para beneficiar a saúde. Isso envolve avaliações e decisões pessoais, por exemplo, saber quando tomar um MIP para aliviar um sintoma ou quando é necessário procurar um profissional de saúde para uma investigação mais aprofundada.

Publicado em: 11 de junho de 2018 às 08:06.
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