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Conexão ABIMIP Nº 35 - 27/11/2018

Reunião debate planejamento de Comunicação 2019

Planejar as ações de Comunicação para o próximo ano. Este foi o tema principal da última reunião anual do GT de Comunicação, realizada nesta segunda-feira, 26, na sede da ABIMIP. O material agora será submetido à diretoria, e tem como objetivo nortear os temas e assuntos que receberão destaque nas ações da entidade em 2019.

O planejamento partiu dos pontos definidos pela Diretoria como prioritários para o ano, e fez a previsão de ações e públicos que serão impactados, com o objetivo de disseminar cada vez mais o trabalho da ABIMIP em prol das indústrias de medicamentos isentos de prescrição. Os temas serão abordados nos diversos canais de Comunicação da entidade, e em abordagens e aproximação com imprensa e demais stakeholders.

Procura por fitoterápicos aumenta no SUS

Pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde nas unidades do SUS em todo o Brasil mostra que a busca por medicamentos fitoterápicos cresceu 160% entre 2014 e 2016. O aumento se deu especialmente após a criação e consolidação da Política Nacional de Fitoterápicos, em 2006, e que beneficia anualmente cerca de 12 mil pessoas. Elas utilizam medicamentos fitoterápicos industrializados ou manipulados, drogas vegetais e plantas medicinais frescas. 

Muito ligado à tradição popular brasileira, o costume foi codificado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e incorporado ao receituário do Sistema Único de Saúde (SUS), com boa receptividade. Responsável pela fiscalização do setor, a Agência mantém uma compilação de plantas e suas diversas utilidades, formas de aproveitamento, posologias e contraindicações: a Farmacopeia Brasileira. 

A incorporação de plantas medicinais in natura, e os produtos diretamente extraídos delas, pelo SUS é vista com reservas por alguns pesquisadores, que afirmam que esses produtos não passaram pelas devidas provas de comprovação de garantia de eficácia ou de segurança. Em situação diferente se encontram os medicamentos fitoterápicos desenvolvidos por laboratórios farmacêuticos e que passam por todas as etapas requeridas para os medicamentos alopáticos comuns.

Redes sociais ajudam a divulgar causas de organizações

Cada vez mais difundidas na hora de se informar e buscar informações, as redes sociais das organizações que representam os MIPs na América Latina são constantemente atualizadas, apresentam informações relevantes e falam sobre a atuação dos seus sócios na região. A Ilar – Associação Latino Americana de Autocuidado Responsável, com sede nos Estados Unidos, mantém perfil nas principais redes sociais, com destaque ao conteúdo no twitter e no linkedIn. Lá são divulgadas campanhas de conscientização da população sobre o uso indiscriminado de medicamentos que necessitam de prescrição médica, além de estudos da Ilar sobre utilização responsável de MIPs e economia na América Latina.

Já o twitter da Afamela, do México, faz campanhas de conscientização sobre importância dos MIPs e utilização de forma errada de medicamentos que necessitam de prescrição médica. O perfil da entidade também divulga os eventos próprios e de parceiros de atuação. Outra instituição plugada nas redes sociais é a ANDI (Asociación Nacional de Empresarios de Colombia), cujo twitter divulga eventos e compartilha posts da instituição e de parceiros da associação

Publicado em: 26 de novembro de 2018 às 12:11.
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